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30/11/2020 17h54

COMO A BRF ABASTECE CULTURAS DIVERSAS ENTRE 4 CONTINENTES NAS FESTAS DE FIM DE ANO

Os tipos e os tamanhos de aves, e até a variação no consumo de margarina, mobilizam operação especial para atender às demandas que preservam costumes de cada povo

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O propósito da BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, é oferecer alimentos de qualidade, cada vez mais saborosos e práticos, para pessoas em todo o planeta. A diversidade de culturas entre os mais de cem países abastecidos pela Companhia torna esse compromisso ainda mais desafiador. As celebrações de fim de ano acentuam essa complexidade e se refletem na operação da BRF para levar à mesa de cada família o alimento conforme a sua cultura e seus costumes, independentemente do ponto do planeta onde ela esteja. Cada país tem especificações próprias para os tipos de alimentos que sua população deseja consumir. Para dar uma ideia da variedade, a BRF tem hoje cerca de 980 habilitações, renovadas periodicamente.

Essas quase mil certificações de que a BRF dispõe foram obtidas pela Companhia ao longo dos anos, ao se submeter a processos de credenciamento, com inspeções sanitárias e de qualidade, inclusive com vinda de missões estrangeiras, para dar conta das exigências dos consumidores de diferentes idiomas e sotaques. Nesse processo longo e rigoroso, cada planta exportadora também recebe responsáveis técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Atender à diversidade de demandas é uma operação que mobiliza na Companhia uma força-tarefa das áreas de planejamento, regulatório, relações institucionais, qualidade e saúde animal. Confira a seguir alguns exemplos da complexidade dessa operação especial de fim de ano:

 Chester, peru ou frango

Entre as demandas de carne para o Natal, por exemplo, há países que preferem Chester, popularizado no Brasil desde o final dos anos 1970 pela Perdigão, outros têm como tradição peru no prato principal. Há também situações como a do Canadá, que demanda frango em tamanho menor do que o brasileiro está acostumado a comprar no supermercado. É comum variar entre os países o tamanho do frango, além de algumas nações chamarem a atenção pelo maior consumo de partes (asa, coxa, sobrecoxa, por exemplo), o que implica o planejamento do momento e do tipo de abate.

Os produtos comemorativos à venda no fim de ano exigem um planejamento que se estende pelo ano todo. A BRF Chapecó (SC), por exemplo, além de frango, produz perus. O ciclo de produção desse tipo de proteína se inicia no verão anterior, em março, com a criação nas granjas, sob um rigoroso programa de bem-estar animal alinhado com a legislação brasileira e padrões internacionais, e culmina em novembro, quando se completa a chegada aos pontos de venda.

 Margarina para a arepita

Não são apenas as aves que requerem uma operação especial para as festas de final de ano. Uma das curiosidades desta época é a demanda por margarina entre os países andinos (a faixa da América do Sul que vai do Chile à Venezuela). O item é utilizado nas receitas de arepita, uma espécie de pão à base de milho moído ou farinha de milho farinha de milho e popular nessa região da América do Sul. É considerada uma herança cultural: era preparada e consumida pelos indígenas antes da chegada dos espanhóis ao continente.

 As tradições islâmicas

Concluídas as festas natalinas e passado o verão, o consumo entre as nações islâmicas recebe uma atenção redobrada. O Ramadã, que se estende por um mês inteiro (em 2021, entre abril e maio), mobiliza uma operação especial, especialmente para o final da celebração. Um dos principais produtos é o Griller, uma ave menor, entre 700g e 1,5 kg, sendo as faixas mais desejadas entre 1kg e 1,1kg (enquanto o peso médio da ave vendida no Brasil é entre 2kg e 2,2kg), e também são produzidas aves inteiras desossadas para serem consumidas como recheio de shawarma, um sanduíche árabe. A BRF atende a esses países muçulmanos por ter 18 fábricas com a certificação Hallal. A produção é feita sob preceitos islâmicos, inclusive respeitando os requisitos religiosos para a execução dos trabalhos.

A BRF representa cerca de 12% do comércio global da proteína de frango. Se a BRF fosse um país, seria o sétimo maior produtor de carne de frango do planeta, uma nação que reflete na sua operação a riqueza de tradições.

 Sobre a BRF

Uma das maiores empresas de alimentos do mundo, a BRF está presente em mais de 130 países e é dona de marcas icônicas como Sadia, Perdigão e Qualy. Seu propósito é oferecer alimentos de qualidade cada vez mais saborosos e práticos, para pessoas em todo o mundo, por meio da gestão sustentável de uma cadeia viva, longa e complexa, que proporciona vida melhor a todos, do campo à mesa. Pautada pelos compromissos fundamentais de segurança, qualidade e integridade, a Companhia baseia sua estratégia em uma visão de longo prazo e visa gerar valor para seus mais de 90 mil colaboradores no mundo, mais de 260 mil clientes e aproximadamente 10 mil integrados no Brasil, todos os seus acionistas e para a sociedade.